A depressão é uma doença que atinge uma em cada cinco pessoas no mundo. Só no Brasil, são 11,5 milhões de indivíduos que a enfrentam, que a propósito afeta duas vezes mais mulheres do que homens. Quem tem, geralmente sente alteração no humor e na capacidade de sentir prazer. Além disso, sintomas como corpo pesado, alteração no apetite, sono, falta de produtividade, entre outros. A solução? Buscar ajuda médica e outros recursos, como a dança, para complementar o tratamento.

Falando nisso, a ciência tem demonstrado cada vez mais que as atividades que põem o corpo em movimento e alma em conexão com o bem-estar, podem funcionar sim com um remédio auxiliar. Mas para ter bons resultados, é importante que a atividade esteja associada à prescrição correta de medicamentos e à psicoterapia.

De acordo com especialistas, a dança tira o paciente do sedentarismo e os movimentos que ela traz têm efeito mobilizador e ainda aumentam possibilidade de elevar autoestima. Conhece algum amigo ou familiar que esteja passando por essa situação? Incentive-o a matricular em alguma academia. Às vezes, sozinho, ele não consegue tomar atitude. Pode ser Zumba, Kangoo, entre outras modalidades. O importante é combater a depressão e, de quebra, ganhar benefícios para a vida toda!