Você sabia que ontem foi o Dia Nacional do Combate ao Câncer? Uma doença, que consegue mudar bruscamente a vida de uma pessoa. Novidades nada animadoras, como tratamentos com fortes efeitos colaterais, entre outras, fazem com que muitas vezes o paciente deixe de lado ou nem pense em praticar uma atividade física. Porém, um simples exercício, pode fazer toda a diferença durante essa fase. Pelo menos é o que indicam pesquisas científicas. E, a propósito, nós assinamos embaixo.
Uma atividade física não só traz segurança no período do tratamento, como também é benéfica em vários sentidos. Colabora muito para que a pessoa tenha uma qualidade de vida, mesmo tendo de lidar com essa enfermidade. Diversas modalidades tem o poder de melhorar o funcionamento do corpo, diminuir a sensação de fadiga causada pela quimioterapia, reduzir a ansiedade e, por incrível que pareça, aumentar a autoestima, elemento central para uma recuperação, nem que seja aos poucos.
E os benefícios vão além: exercícios também colaboram com a composição corporal adequada, ou seja, a distribuição correta entre músculos, gordura e ossos. Além disso, ajudam a abater a perda de massa muscular e a manter o coração funcionando bem. Inclusive, alguns estudos indicam que essa prática durante e após o tratamento pode sim combater em parte o risco de recorrência do câncer.
Entretanto, vale lembrar que é muito importante que tenha um acompanhamento e uma indicação médica. Todo cuidado é pouco. Vale acrescentar na rotina, mas sem esquecer de respeitar os limites. O que importa é a qualidade e não a quantidade. Uma caminhada, por exemplo, pode ser bem funcional, nem que seja só por dez minutos. Então, a indicação é conversar sempre com o médico e fazer tudo que estiver ao alcance para combater essa doença.